sexta-feira, 18 de março de 2011

Dia do Pai (no infantário)

Na pequena sala do infantário (anormalmente povoada de miúdos e graúdos), sempre que se afastava de mim, aquele "palmo-e-meio" de gente olhava em volta, por entre os outros "palmo-e-meio's" e as pernas dos pais, atarantados sem saber bem o que fazer e onde estar para não atrapalhar a brincadeira geral. Os olhos pequenitos percorriam a sala e lá me encontravam sentado no chão, exactamente no mesmo sítio de onde ela tinha saído momentos antes. Aconteceu uma "mão cheia" de vezes. Em todas, acabou por correr de braços abertos, para um abraço reconfortante. Para o pai, babado de tanto amor. Para ela, pouco habituada a ter-me tanto tempo ali, no mundinho que é o seu. A minha Babalu.


sábado, 5 de março de 2011

A Rachel deu uma opinião para algumas pessoas
(mas que muito mais gente acabou por ouvir)

Quem me conhece sabe que sou um adepto da rede social Facebook. Não sou tanto do Twitter, embora "tweet'e" de vez em quando (e muito provavelmente vou "tweet'ar" este post lá, porque faz sentido). Esta jornalista de uma televisão regional brasileira fez um comentário num espaço de opinião que ela tem na TV Tambaú. Foi na quarta-feira passada e foi sobre o Carnaval, um tema delicado (quando se trata de discordar da forma como é vivido) no Brasil. Pouca gente terá visto o programa e ouvido as palavras da Rachel (pronuncia-se como Raquel, embora se escreva Rachel). Mas depois o video [que se pode ver imediatamente abaixo] foi parar ao YouTube e o link do video ao Twitter. Por esta altura, já praticamente todos os brasileiros terão ouvido as tais palavras polémicas (e bem ditas, na minha opinião).  De tal modo que fez um novo video [abaixo do primeiro] a falar sobre a repercussão do anterior. As redes sociais são também isto. E os tempos que correm... também. Bom para ela, que adivinho não estará na TV Tambaú muitos mais dias ou semanas, até que o telefone toque para seguir para S.Paulo ou para o R.Janeiro, para uma TV nacional. O meu aplauso para ela, que pelos vistos faz bem aquilo que tem de fazer. E é bom para o público em geral, que terá alguém com as ideias no sítio e uma boa imagem para ajudar a passar melhor a mensagem. É um caso a acompanhar, o desta Rachel Sheherazade*. Quando (ou se) houver novidades, volto a falar nela aqui.




* - Não há rosas sem espinhos nem bela sem senão. O apelido é quase impronunciável!...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Vida preenchida (ou cheia de mais?)

A propósito da dificuldade em rever pessoas de quem gostamos mas que estão longe, por causa de ter vidas muito atarefadas e pouco tempo disponível para viagens e afins... chego à conclusão de que a nossa vida está demasiado cheia de coisas que lá pomos dentro. E é pena.