E assim, de repente, estou casado faz agora dois anos e um dia.
C@ & K@ - uma sociedade a gerar felicidade (oficialmente) há 731 jornadas diárias!
Por contenção de custos, por falta de tempo para mais, por não ter vontade de enviar (e pagar) cento e tal mensagens escritas mas, acima de tudo, porque o Natal não tem de ser aquela coisa elaborada e complicada que toda a gente acha que é ou que tem de ser... este é o "Postal de Natal", que vai da minha parte e da parte da minha família (é o nosso 1º Natal a três!), para quem quer que carregue no "play".
BOAS FESTAS!
O Sport Grupo Sacavenense está quase, quase a fazer 100 anos. Será em Março de 2010 mas como será já durante esta época desportiva, o clube já vive dias de festa e inscreveu-se no Bola na Barra.
imagem: Paulo Oliveira e Emanuel Prezado; montagem: Vasco Crespo
Obviamente, aqui ficam também os meus votos de que seja mesmo um ano em cheio para o Sport Grupo Sacavenense, à beira do seu centenário.
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Desde o 1º de todos os BOLA na BARRA (com o histórico "Fofó", em Fevereiro de 2009), a inovação tem sido uma das imagens de marca desta rúbrica da TVI e do TVI24. Algumas das inovações (técnicas) foram introduzidas por nós mesmos, outras foram sendo acrescentadas por iniciativa dos clubes que visitamos, o que é muito saudável e, na verdade, muito positivo para que o produto final venha sendo cada vez melhor.
:-)
Vendo o BOLA na BARRA do Vasco da Gama da Vidigueira dá para perceber o que é que é que esta garrafa de vinho tem a ver com a dita... inovação.
imagem: Rui Fernandes - TVI Évora; montagem: Vasco Crespo
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O jogo realizou-se no passado dia 18, em Cinfães do Douro, e foi assim.
Reportagem de Antevisão ao Cinfães x Pescadores, com imagem de João Franco.
Reportagem do Jogo Cinfães x Pescadores, de Hugo Cadete com imagem de Ricardo Silva
Proposta original de Miguel Bretiano, com base num formato da ITV - Inglaterra




Ya, ya... Mega-Coiso, com espectáculo e tal... Primeiro! Nunca paguei para ir a um Pic-Nic (e quem paga é parvo!), muito menos o intuito dos meus pic-nic's será estar com mais de... vá... 5 ou 6 pessoas, quanto mais milhares delas! Para acotovelar toda a gente que me rodeia, vou para o Metro em hora-de-ponta! E depois há a cena subtil de publicidade enganosa. O spot publicitário dizia que «a animação e o concerto do Tony Carreira ficam por conta do Modelo!» Não ficam, não! Ao pagar-se 5 "aéreos" para entrar no Parque da Bela Vista (e comer da "nossa" comida - da minha não, que eu não fui! -, porque os 5 Euros não bastam para nos dar de comer - bastardos!!!) ou 3 só para ver o rapaz a cantar... o concerto e a animação ficam por conta... de quem vai! Só não entende isto quem não quer.
Vá... Agora disfrutem lá do Pic-Nic mais parvo de que há memória. Enganem-se uns aos outros ou deixem-se ser enganados, dependendo se se está na organização ou simplesmente na maralha que só serve para fazer número (sim... o maior interesse de se chegar a um recorde nunca é da maralha mas sim do patrocinador do evento, que se está a cobrar entradas de 3 e 5 Euros... também não está a patrocinar rigorosamente nada!). Comam, brinquem, rebolem-se nas mantinhas, oiçam lá o Carreira pela enésima vez... Mas tenham cuidado com as formigas. Quando entram calças acima e nos mordem nas "partes", dói que se farta durante um ou dois dias.
Fiquem lá na paz de Deus. Beijinhos.



Para mim, foste sempre Topo de Gama. Mas esta manhã, ao lavar o teu pote, ouvi aquele "crack!" e percebi que era chegada a hora de nos separarmos, de descansares, de tirares a merecidíssima reforma, após uma vida de trabalho árduo. Sim, já hoje comprei uma nova máquina de café. Mas não te preocupes, não te substituirá totalmente. É uma fraquinha, barata e, para além de já ter conhecimento de que tem uma herança pesada pela frente, sabe que é uma solução meramente transiória. À primeira oportunidade, compro uma máquina de café a sério, daquelas que durem uma vida inteira. 

(o tipo que surge na imagem inicial não interessa nada... é andar p'rá frente! é andar p'rá frente!)

Se calhar, sou eu quem está errado. Mas... a expressão "LENDA VIVA" não se usa só quando a dita "lenda" não é uma pessoa... morta?!
(Ah! E dizerem-me que o lead «... a sua música continua viva» permite, por si só, usar a expressão não colhe; é muito farsola forçar um antetítulo assim com uma referência "en passant" a um dos aspectos da vida da "lenda"... que já morreu)
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Há uns dias, no "24 Horas":

Neste caso, a minha questão é: Será que isto não se enquadra numa espécie de "exploração infantil em proveito próprio"?!...



Comecei a trabalhar aos 17 anos, na rádio local que, na altura, funcionava no prédio onde eu morava e onde os meus pais ainda moram. Num domingo à tarde, por volta das sete horas, "abri" o microfone e fiz uma voz farsola que haveria de ser o primeiro registo público do Marco António, futuro profissional da Comunicação Social. Desde esse momento até hoje, nunca gostei de me ouvir (e, actualmente, também de ver). Acho que acontece a (quase) todos. O que não acontece a ninguém, hoje em dia, é ter de improvisar em tudo para levar a cabo uma reportagem, uma emissão, um directo... Está tudo "tratado". Alguém está responsável por fazer imagens, recolher som, editar uma peça, fazer a ligação via satélite. A quem dá a cara resta fazer bem aquilo que tem a fazer. Nem sempre acontece... mas isso são "outros 500 paus". Nesse domingo à tarde - há 16 anos - em que falei pela primeira vez na rádio, descobri que fazer aquilo seria muito mais do que "dizer umas coisas". Naquela rádio, naquela altura - em 93 -, tudo o que via à volta da cadeira que ocupava no estúdio eram... cassetes. Cassetes das quais passava a música que entrava na emissão, cassetes que continham os spots publicitários que compunham os intervalos, cassetes com os RM's (registos magnéticos) das declarações a incluir nos jornais da estação, cassetes dos genéricos dos mais variados programas (e também de alguns programas inteiros que as editoras nos enviavam) e cassetes que tinham até uma cópia do sinal horário, para quando o interruptor que o lançava porventura avariasse (e avariava muito). Posso dizer que, para mim, o início de carreira na Comunicação Social foi isto mesmo. Cassetes e mais cassetes. Cassetes que "pistei" (todinhas) com o dedo - usar canetas BIC para acertar a fita sempre foi "coisa de meninos". E deck's leitores de cassetes que eram um desafio ainda maior que as próprias cassetes em si. De tão usados, nenhum deles tinha sequer botões e os comandos eram accionados por mãos que tinham de entrar no aparelho para que as pontas dos dedos tocassem nas patilhas do Play, do FForward, do Rewind, do Stop, do Pause... Do Eject não era necessário, porque simplesmente os deck's não tinham portas (as cassetes tinham de ser colocadas e retiradas com uma certa mestria). E quando nada disso funcionava, uma pancada bem aplicada no aparelho lá desbloqueava a situação e a música seguia; meio aos solavancos... mas seguia. Esta manhã andei à procura de uma cassete que gravei numa das últimas rádios por onde passei. Queria gravar em MP3 para a posteridade umas coisas muito embaraçosas mas divertidíssimas que gravei em 2000, quando ainda não tinha as obrigações que a Carteira Profissional de Jornalista me impõem hoje em dia. Não consegui. Os deck's da minha aparelhagem de casa não corresponderam ao que lhes era solicitado: fazer o seu trabalho. Dois, lado a lado, na minha aparelhagem Grundig Mini 10, comprada há muitos anos (demasiados, para me lembrar exactamente quando), fizeram "equipa" e quase me arruinaram a cassete que queria reproduzir para um gravador digital. Ainda a aprisionaram (primeiro um, depois o outro) por uns segundos. Forcei as portas (primeiro uma, depois a outra). Largaram a pobre cassete, sem comer a fita, mas agora os deck's não fecham, não lêem, não "tocam", não nada. Experimentei também o leitor de um rádio portátil que está na cozinha. Não comeu a fita, não prendeu a cassete... mas também não fez o que se lhe exigia. Nem um som se ouviu. Porque a fita não rodou, não leu, não "tocou", não nada. O tempo da cassete passou, claramente. É agora mais um testemunho histórico que uma peça de trabalho ou de lazer. Agora é só isso. Um testemunho da história. Para mim, a cassete foi, a dada altura, o objecto mais importante da minha vida. Foi o arranque para aquilo que hoje faço; muito mais do que uma caneta, a cassete foi o meu primeiro instrumento de trabalho como jornalista. Ainda antes disso, quando eu era miúdo, foi o meio de guardar genéricos de televisão (tenho de encontrar - só para não a perder de novo - essa cassete com som manhoso que fiz com um gravador encostado à coluna do televisor, à espera das emissões da Europa TV, do Countdown, do Agora Escolha, do Telejornal, das Misteriosas Cidade de Ouro, de sei-lá-mais-o-quê...), foi a forma de tentar conquistar miúdas (sim... também fui um fã das "mix-tapes" e fiz algumas das mais lamechas da história das próprias "mix-tapes"). Cresci com as cassetes. Ainda tenho umas cento e tal guardadas na casa dos meus pais. Mas a verdade é que são obsoletas. Não quis pensar nisso nem ligar muito quando o leitor do meu carro (o que tive antes do actual) decidiu "entrar em coma" para não mais sequer aceitar uma cassete que fosse. Talvez fosse "o princípio do fim". O meu carro agora só tem leitor de CD e MP3. É claro que ainda há e sempre haverá leitores de cassetes onde posso ouvir e reproduzir as que tenho. Mas tenho de me mentalizar. Pelo menos, em minha casa, já não será porque, em minha casa, esse tempo é já passado.
Em mim, resta agora nostalgia, tristeza, um sentimento de impotência perante a força de inevitabilidade que o tempo tem de seguir em frente sem se preocupar com o que deixa para trás (ao tempo não perdoo, por exemplo, o fim das Polaroid) e a dúvida de como raio vou passar o som daquela cassete embaraçosa para um formato que perdure mais que o tempo que a fita onde está registado tem "de vida". Tenho até pena do fim da mítica "Cassete Pirata", vendida na feira, muito antes dos CD's, dos DVD's e da ASAE. Se calhar, estou só a ser saudosista. Mas custa perceber que BASF, Maxell, Fuji, TDK, Philips, JVC, C60, D90, E120, Ferro, Tipe I, Tipe II, Chrome são conceitos que - associados uns aos outros - muito em breve não passarão de simples memórias. Pelo menos para mim, são das melhores memórias que alguma vez terei.



Não sei onde é que ele se inspirou... mas a mensagem parece-me forte. E não sei se não colherá a simpatia (ou compaixão) do público que ele tenta convencer.