Em 2011 (século XXI, portanto) há empresas que chegam ao paradoxo de denunciarem as chamadas injustiças laborais de outras empresas mas que as praticam, igualmente ou até de forma mais escabrosa. Ter pessoas alegadamente à experiência, não remuneradas, sem contrato profissional ou de estágio, com trabalho seu a ser lançado - duvido que previamente (re)visto - para o público... no mínimo, faz-me confusão. No máximo, parece-me ser puramente ilegal. Mas acontece. A comunicação social costuma relatar esses casos...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Telmo a deputado! JÁ!!!
(dirão alguns... não sei bem quem...)


A inclusão de Telmo Ferreira - Ena!... tem um apelido!!! - antigo concorrente da primeira edição do Big Brother, nas listas do PS, por Leiria, para as Eleições Legislativas serve de pouco mas interessa muito.
Serve de pouco, porque o rapaz está em posição não elegível. Ou seja, pouco serve ao próprio Telmo ser 14º dessa lista, pelo menos para já. E pouco servirá falar muito de um 14º candidato que decerto não chegará a São Bento, se não em dias de visita. Mas interessa muito, porque levanta uma questão pertinente que se prende com o que será necessário - quais as qualidades essenciais - para chegar ao cargo de Deputado da Nação e para o (bom) desempenho dessas funções.
Mesmo que o Telmo seja um bom rapaz... mesmo que seja - como o caracteriza Miguel Chagas, do PS/Batalha, proponente do nome para as listas distritais - "um jovem empresário" cheio de valor, que "facilmente pode ser reconhecido por ter participado num programa de televisão", poucas dúvidas haverá acerca do factor determinante para a escolha do moço para estas andanças. A notícia tem levantado polémica mas eu proponho que se veja a coisa por este prisma:
Aquilo que estamos a assistir - neste caso, por exemplo - é o que agora se chama de "exercício da cidadania". A cada x anos, há palavras que surgem e que pegam de estaca, a ponto de, passado algum tempo, termos as mais altas figuras de um país a (perdoem-me o termo) "vomitá-las" por toda a parte. Nos 80's foi o "efectivamente", que nada diz e serve apenas para dar ênfase a algo já dito anteriormente e que, provavelmente, se vai repetir a seguir. Agora fala-se em cidadania como se fala de chicletes. A diferença é que as chicletes sempre têm algum sabor, para além de distrairem a malta.
Ser-se político (desde sempre uma ocupação com "boa" fama), hoje em dia, já não se trata de uma opção de quem gosta de ter/exercer poder. Pelo menos, não é isso que os políticos dizem ser a razão pela qual enveredaram pela carreira política. Dizem antes que ser político é, sim, um acto de cidadania, que é algo mais agradável ao ouvido. Como em tudo na vida, este exercício de cidadania corre bem a alguns e mal a outros, conforme a elasticidade que se tem para fazer contorcionismo nesta... nobre actividade.
O facto deste Telmo (e alguns outros, em quase todos os partidos) surgir nas listas para a eleição de deputados parece ser, portanto, algo que devemos considerar como feito, apenas e só, em prol do cidadão. Nada mais. E, sendo assim, se calhar devíamos era estar muito agradecidos por isso.
Ou não...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Meio vazio ou meio cheio?...
Um dia hei-de conseguir perceber o "equilíbrio" entre a expressão "ter a mais nunca é de mais" e a máxima do "copo meio vazio ou meio cheio". Eu sou dos que preferem ter o suficiente e um pouco mais, por exemplo. Mas há quem veja um copo meio cheio e despeje parte do que lá está, para depois alegar que, afinal, está meio vazio.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
"Vai vir chártéres!!!"
Sócio!!! Estou concentradíssimo a ver esta "promo"!!!
"MAISFUTREBOL" é uma excelente promo de Cláudia Lopes, Marco Coppelli, Miguel Somsen, Pedro Sepúlveda, Vasco Mota, Marcos André, António Capote, Maria José Arcanjo e... Paulo Futre!!!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Coisas que (não) acontecem...
Acho lamentável não ter havido centenas ou milhares de pessoas, em êxtase, com cachecóis e bandeiras do FMI, fazendo uma festa à chegada dos senhores ao aeroporto e pelas ruas de Lisboa por onde eles se deslocaram, como se faz quando as equipas da bola regressam a casa após uma grande vitória.
Sério! É que os cromos da bola... só jogam à bola. E estes senhores, segundo dizem, é que vão salvar o país da bancarrota...!
Rachel, a Jornalista (que agora muita gente vai ouvir)
A 5 de Março, escrevi aqui no blog, sobre Rachel Sheherazade (a jornalista de uma TV local do Brasil que criticou o Carnaval):
"adivinho não estará na TV Tambaú muitos mais dias ou semanas, até que o telefone toque para seguir para S.Paulo ou para o R.Janeiro, para uma TV nacional".
Ora... a 14 de Março, a SBT (canal nacional que emite a partir de São Paulo) contratou a jornalista e fala-se mesmo que pode vir a tornar-se 'pivot' das principais notícias da estação. Não é nada que me espante, como de resto fiz questão de deixar escrito logo que vi o video em que ela "desancava" no tão amado e protegido Carnaval brasileiro. Como também escrevi nesse post:
"O meu aplauso para ela, que pelos vistos faz bem aquilo que tem de fazer. E é bom para o público em geral, que terá alguém com as ideias no sítio e uma boa imagem para ajudar a passar melhor a mensagem."
Tinha prometido dar novas quando soubesse da evolução do caso da Rachel Sheherazade. Aqui estão elas. Parabéns Rachel! E... muitas felicidades!
"adivinho não estará na TV Tambaú muitos mais dias ou semanas, até que o telefone toque para seguir para S.Paulo ou para o R.Janeiro, para uma TV nacional".
Ora... a 14 de Março, a SBT (canal nacional que emite a partir de São Paulo) contratou a jornalista e fala-se mesmo que pode vir a tornar-se 'pivot' das principais notícias da estação. Não é nada que me espante, como de resto fiz questão de deixar escrito logo que vi o video em que ela "desancava" no tão amado e protegido Carnaval brasileiro. Como também escrevi nesse post:
"O meu aplauso para ela, que pelos vistos faz bem aquilo que tem de fazer. E é bom para o público em geral, que terá alguém com as ideias no sítio e uma boa imagem para ajudar a passar melhor a mensagem."
Tinha prometido dar novas quando soubesse da evolução do caso da Rachel Sheherazade. Aqui estão elas. Parabéns Rachel! E... muitas felicidades!
Cláudia, a Jornalista
Fiz, (in)directamente, parte da formação dela, antes de se lançar no mundo do trabalho na Comunicação Social. Optou por fazê-lo onde é mais difícil... ou mais fácil – depende da perspectiva. Se, por um lado, as ligações à terra e a menor competitividade podem facilitar a entrada num primeiro emprego, a informação local – sempre o disse e mantenho – é a vertente mais complicada do Jornalismo, devido à facilidade com que as pressões dos pequenos interesses e pequenos poderes são exercidas sobre quem quer informar com independência. Quando fiz informação local, um indivíduo que tinha sido casado com uma parente afastada minha pediu o meu número à minha mãe para me ligar e tentar passar um “recado” a um colega meu... enfim... Tal como me ligaram autarcas, empresários, agentes de autoridade, padres(!)... a tentar pressionar-me para não divulgar notícias que não lhes eram convenientes. A Cláudia, mesmo sabendo disso, arriscou, criou um projeto do “zero” e fê-lo crescer de forma saudável. Nos últimos tempos, várias movimentações internas e externas – mas, sobretudo, muito próximas (ainda para mais num meio pequeno) – colocaram-na numa posição ingrata, de muito possivelmente ter de continuar perdendo a liberdade de fazer Jornalismo com total independência. Ela pensou e tomou a decisão mais difícil. Deixou o jornal que criara, vendeu a sua parte do título abaixo do seu valor real mas ficou infinitamente mais rica na hombridade que um jornalista (ou, melhor, um Jornalista – com letra maiúscula) deve ter e acreditar que tem. A Cláudia não é, de momento, jornalista. Mas é uma Jornalista.
terça-feira, 5 de abril de 2011
O Futebol de que eu gosto...
Campo da Pepita, "casa" do CF Trafaria
O Futebol de que eu gosto não tem apedrejamentos, nem balas de borracha, nem claques de gente a espumar por uma sessão de porrada, nem comunicados (nem irados, nem irónicos), nem "casos" por tudo e por nada.
Tem gente genuína, que gosta mesmo de bola. Tem "mines", coiratos e grelhados.
Tem amor à camisola, mesmo que ela se rasgue no pelado...
Subscrever:
Mensagens (Atom)










