1 ano, 3 meses, 6 dias. Não anda porque não precisa. Mas põe-se de pé com frequência, cada vez menos ajudada pelos móveis a que se encosta para se elevar. E o prazer dela nessa evolução só é comparável ao nosso orgulho babado de ver o sorriso que nos faz (com aquela cara linda, de favola e cabelo encaracolado de miúda traquina) sempre que vê o mundo um pouco mais de cima que o habitual.
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