Se com tudo o que o iPhone tem (e de que não precisa) ainda houver espaço para a função de fazer e receber chamadas, aquilo é um aparelho do caraças. Mas ainda ninguém foi capaz de me provar "por a + b" que comunicar é o intuito principal do telelé da "maçã".
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Pepe

Fiquei muito impressionado com as imagens da estranhíssima agressão de Pepe a Casquero, jogador do Getafe. Se estivesse em vias de ir a tribunal por isso, acho que Pepe só poderia alegar insanidade temporária, mesmo que não tivesse sido bem esse o caso. Aquele momento é absolutamente arrepiante. O que passou pela cabeça do luso-brasileiro só ele próprio saberá... ou, se calhar, nem ele. Se eu nunca tivesse falado com Pepe (um homem simpático fora dos relvados e um jogador assumidamente duro em campo mas nunca violento como foi agora), diria que o central só poderia ser classificado como um selvagem (como fez capa o "Mundo Deportivo" de Espanha). Mas já falei, e só se me ocorre dizer que a explicação mais "plausível" seria que algo mais se teria passado. Algo orgânico, que o teria feito parar de pensar e agir como um louco. Na verdade, não sei o que passou pela cabeça de Pepe naquele momento nem depois disso. Provavelmente, nunca se saberá. E agora Pepe diz que não tem grande vontade de voltar aos relvados. Sinceramente, entendo isso. Quando falhamos em algo que nos define, e se a "definição" que o mundo tem de nós fica demasiadamente marcada por essa falha, pouca ou nenhuma vontade há de voltar a fazer o que fazemos, porque esperamos sempre voltar a errar, confirmando essa "nova imagem" de nós perante o mundo. Haverá poucos receios maiores que esse, acredito.domingo, 19 de abril de 2009
«Onde há Paixão...» (...?) - Complete a frase, por favor!

No final do jogo em Guimarães (que o Sporting venceu por 1-2), após ter visto um golo anulado no fim da 1ª parte e ser expulso do banco pelo árbitro da partida, Bruno Paixão, Paulo Bento "atirou-se" ao juiz na flash-interview da RTP, lançando-lhe fortíssimas críticas. Disse o treinador dos "leões" que se por acaso Bruno Paixão, no seu percurso entre Setúbal (onde mora) e Guimarães, passasse por Alcochete, aproveitaria para mostrar cartões amarelos a Rochemback e Grimi, já que estão à beira da exclusão por acumulação de cartões, tal como estavam Miguel Veloso e João Moutinho, que jogaram e foram "amarelados". Lá pelo meio do discurso inflamado, Paulo Bento começou uma frase que, lamentavelmente, o repórter da RTP não deixou terminar:
«Onde há Paixão...»
Perante esta súbita quebra de "clímax", dá vontade é de lançar um desafio a quem queira terminar esta frase por Paulo Bento, porque de repente o país ficou em suspenso para saber o que o treinador do Sporting ia dizer... e não disse!
sábado, 18 de abril de 2009
Então e os enormes problemas que me traz aquela coisa da verticalidade dos sinais de trânsito nas bermas das estradas portuguesas e espanholas, hein?!

Na verdade, a questão em epígrafe não me traz qualquer espécie de problema. A sério que não. Para ser sincero, nem sequer é coisa com que perca preciosos segundos de reflexão. Ou seja, se me perguntar se o título do post está desfasado da realidade, eu tenho de responder que sim. E se me perguntar por que razão, afinal, titulei esta entrada no blog daquela forma, responderei apenas que me apeteceu que assim fosse, e que, mesmo não fazendo qualquer sentido, me parece que aquela associação de palavras (precisamente por aquela ordem e não outra) dá num belo título de post da blogosfera. Ou então não... mas os gostos são algo de muito subjectivo. E por isso não se discutem.
PS: Um pouco de 'nonsense' nunca fez mal a ninguém.
O "Figo" dos Matraquilhos

«Todos queremos ser o "Figo" de qualquer coisa!», acaba de me dizer uma amiga minha, depois de ver o video que está aqui abaixo. Nunca tinha visto a vida por esse prisma. Mas é absolutamente verdade. Eu, o que mais gosto de fazer é contar a história de pessoas que se destinguem, que merecem o reconhecimento dos seus pares e do público pelo seu talento maior. Desta vez, contei a história de André Mendes, desta forma:
Com toda a justiça, o André - que adorou esta reportagem, já mo disse - gostaria de um dia ser conhecido como o "Figo" dos Matraquilhos. Eu, em relação a mim próprio, tenho a dizer que um dia gostaria de ser o "Figo" de todos os "Figos", sejam dos matraquilhos ou de outra coisa qualquer, contando bem as suas histórias. E ser reconhecido por isso.
= = = = = = =
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Cada tiro, cada melro!

Ora bem... Isto não foi exactamente notícia. Mas... vá... cá em casa foi. Após cerca de um ano sem qualquer prémio no Euromilhões (apesar dos muitos múltiplos 4€ jogados) agora conseguimos dois prémios em duas semanas consecutivas! Espectacular! Quase 36€ de uma vez, mais 10€ e uns pózinhos esta última semana.

quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
A (perdida) Técnica do Tremoço*

* - Este post contém uma sincera homenagem ao melhor futebolista português de todos os tempos (para os leitores mais novos, um aviso: Não! Não é o Cristiano Ronaldo!), Eusébio.
Eu apercebi-me ontem que perdi algo que me era muito querido. E imensamente prático. Só que, de facto, não tenho mais. Perdeu-se. Perdi. Lamentavelmente.

Durante a realização de uma reportagem, que decorreu num café da Charneca da Caparica, a larica apertou e - "Em Roma sê romano" - tive de pedir um pires de tremoços para enganar o estômago. Só quando comecei a consumir esse "marisco" delicioso (eis a prometida sincera homenagem ao "Rei" Eusébio), me dei conta de que já não como tremoço da mesma forma que fazia em tempos. Perdi a minha técnica de comer tremoços!
Ainda que perceba perfeitamente que esta terrível notícia não tenha bem o mesmo impacto nos outros do que em mim, há que reconhecer que não deixa de ser uma má nova. Porquê? Nunca é positivo perder-se alguma coisa. Nunca.
Eu sempre tive um certo jeito para comer tremoços. Dava uma pequeníssima trinca na casca do tremoço e depois apertava-o entre dois dedos (o polegar e o indicador), por forma a que o tremoço fosse projectado (com uma velocidade considerável) directamente até ao fundo do céu da boca, no qual fazia ricochete para, por fim, se quedar na língua. Só depois disso tudo começava a mastigação do tremoço. Era um processo que decorria, todo ele, maravilhosamente bem e com o qual estava perfeitamente satisfeito.
Só que, actualmente, pareço já não conseguir pô-lo em prática. Comer tremoços, para mim, é hoje um processo totalmente diferente. O que percebi ontem foi que ainda dou a pequena trinca na casca do tremoço mas já não sou capaz de projectá-lo para o fundo do céu da boca com o aperto digital "polego-indicadoral". Em vez disso, o que faço é um deprimente chuchar do tremoço para que ele large a casca e mergulhe na boca para, de imediato, começar a mastigação. Uma coisa sem jeito nenhum - há que dizê-lo -, com a qual não estou minimamente satisfeito mas que tenho de aceitar, visto que perdi todo o talento que tinha para comer tremoços com o estilo de outros tempos. Tempos idos, que - infelizmente - não voltam.
É um anúncio que faço ao mundo com alguma mágoa, confesso. E faço-o talvez por isso mesmo. Porque guardar mágoas "cá dentro" não é algo com que se ganhe muito. Mesmo que se tratem de mágoas relacionadas com simples tremoços e com a técnica usada (mas, entretanto, perdida) para os comer.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Berlusconi, o sem vergonha

Sem querer beliscar o sofrimento dos italianos afectados pela tragédia de L'Aquila (deixo essa tarefa unicamente à responsabilidade do primeiro-ministro transalpino), tenho a dizer que estou estupefacto com um pormenor que não vi acontecer hoje, aquando das cerimónias oficiais de luto pelas vítimas do terramoto que levou quase 300 vidas em Itália.
Berlusconi - o tal que não se coibiu de comparar a simples «campismo» as noites passadas pelos desalojados (quase todos também a sofrer pela morte de familiares e amigos) em tendas de campanha - esteve presente nas exéquias... e ninguém lhe bateu!
A sério. Bem sei que um funeral não é hora para esse tipo de coisas. Mas se eu fosse italiano, e se estivesse ali, também a sofrer com uma tragédia que também seria minha de alguma forma, não hesitava em dar pelo menos um tabefe ao pseudo-líder do país; só para ele saber que ter vergonha na cara (ou um doloroso rubor) não lhe ficaria nada mal.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Karanga!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
A Promessa (ou, melhor...O "Tubarão")

Normalmente, não se pode dizer que um jogador de futebol de 29 anos seja uma "promessa". Neste caso, para além do simples facto de ter prometido trazer aqui o vídeo da reportagem realizada com Ricardo Silva, ponta-de-lança do Pedroguense (1ª Div. Distrital da Ass. Fut. Leiria), até acho que sim, que este jogador de 29 anos é uma promessa do futebol português. Pelo menos, ele promete... fazer 60 (!) golos esta época!
Para já, tem 50 bolas (que, com ele, «não choram») enfiadas nas redes adversárias e, depois de ter visto o trabalho final, até me mandou um sms (estava empolgado, percebia-se pelo discurso) a prometer... mais. 70 golos, era agora a sua nova meta. Mas... noutro sms, já ontem à noite (depois do jogo do fim-de-semana), o goleador revelou que a reportagem poderá ter tido efeitos nefastos. Teve marcação cerrada e ficou "em branco". Temo que tenha estragado a época do homem.
sábado, 4 de abril de 2009
Bola Na Barra

Prometido. Devido. Colocado. Bola Na Barra. Odivelas SAD. Na íntegra. Com blooper.
PS: Outra promessa. Trazer aqui também o vídeo da reportagem sobre o Ricardo Silva, o já intitulado "Tubarão dos Distritais", goleador que até este fim-de-semana já fez 50 golos na temporada. «As bolas comigo não choram», diz ele. Não vou especificar de que bolas fala, obviamente.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
O "Blooper"


Sinceramente, ao - finalmente! - aperceber-me do erro, só fui capaz de... sorrir! Muito! Nada mais genuíno que ver que um trabalho imperfeito não deixa de ser bom. Este Bola na Barra (feito com o Odivelas) deu-me muito gozo, de início a fim... mesmo com um erro lá pelo meio no video final, que eu vi, revi e "re-revi" e não consegui... ver, senão no "ar". Um blooper. Meu. Um sorriso. Também meu.
PS: Se calhar, se eu não falasse nisso, mais ninguém perceberia. Mas não seria justo. Se gosto dos bloopers que acontecem aos outros e falo nisso, tenho de gostar também dos meus e não os esconder debaixo de um tapete.
PS (2): Logo que possa, coloco aqui este video completo. Com blooper e tudo, claro!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
ATENÇÃO: post sobre SEXO (mas não exclusivo para Maiores de 18 Anos)

Chegados às 20 das 40 semanas de gravidez, é momento de tentarmos saber qual o sexo do bebé. Há em nós esperança de que seja mesmo hoje mas, claro, estamos dependentes da boa vontade (e despudor) da criança, que terá de colaborar no processo, mostrando agora o que há-de esconder quase todo o resto da vida. Logo se verá... ou não. Mas deva jeito que fosse mesmo logo.
===UPDATE===
It's a...

terça-feira, 31 de março de 2009
Mais uma coisa que me faz confusão
São ex-PJ's, ganharam notoriedade às custas dos casos mediáticos das meninas desaparecidas no Algarve, escreveram livros, dizer coisas polémicas é com eles e estão sempre na televisão (eu diria mesmo que não largam a televisão). Agora, Paulo Pereira Cristóvão (ex-PJ, que ganhou notoriedade às custas dos casos mediáticos das meninas desaparecidas no Algarve - num deles até foi protagonista directo -, que escreveu já dois livros, que diz muitas coisas polémicas e que não larga a televisão) apresentou a sua candidatura à presidencia... do Sporting!
Outro caso é Gonçalo Amaral (ex-PJ, que ganhou notoriedade às custas dos casos mediáticos das meninas desaparecidas no Algarve - acima de tudo com o ainda não resolvido caso Maddie, em que anda muito pegado com o casal McCann por causa do livro polémico que escreveu e por causa das delcarações polémicas que fez e que volta-não-volta também está na televisão), é o "ex-futuro candidato" do PSD à CM Olhão.

Isto é malta com muitos talentos, está visto. Mas ao vasto... currículo de ambos julgo ainda faltar uma designação (que eu sugiro, completamente de borla):
"CO-FUNDADOR DA IGREJA ADVENTSITA ADORADORA DE UM EX-PJ MAIOR"
(ainda não criada, obviamente; mas não deve tardar...)
domingo, 29 de março de 2009
E parece-me que não tem nada a ver com geografia

Não tenho bem a certeza mas tenho a ideia de que a distância de Portugal à África do Sul é de cerca de 8000 quilómetros.
Isto é... para mim e para todos os comuns mortais. Já para Carlos Queiroz, essa distância deve parecer estar a aumentar de dia para dia. Ou, pelo menos, de jogo para jogo.
PS: Já há algum tempo ue venho dizendo que talvez este próximo jogo, em Zurique, com a selecção anfintriã do Mundial de 2010, seja mesmo o mais próximo que Portugal vá estar da África do Sul. Mas normalmente dizem que eu estou só a ser mauzinho.
sábado, 28 de março de 2009
Bola na Barra - Casa Pia &"Konamy"... perdão... Sintrense

E, agora sim, o Bola na Barra do Sintrense. Na minha opinião (e não só na minha), aquele que melhor resultou "no ar" e o que mais alto elevou a fasquia da qualidade para que se faça ainda melhor. Não é fácil superar "Konamy", "El Pibe", "Filho do Treinador", "Záguêiru" e companhia limitada... mas é sempre bom ter um desafio jeitoso pela frente.
Já da praxe... e desta vez em dobro!

Sim, sei fazer pão.
Sim, sou muito convencido quanto ao facto de saber fazer pão.
Sim, sou extremamente aborrecido quando me pavoneio só porque sei fazer pão.
Sim, gosto de me pavonear dizendo que sei fazer pão.
Sim, se calhar, pavoneio-me demasiado dizendo que sei fazer pão.
Sim, podia saber fazer pão e mesmo assim não ser convencido...
... nem aborrecido
... nem "pavão"...
Sim, fiz pão outra vez. Neste caso, até fiz dois!
E, sim, voltei a tirar fotografia para colocar aqui no blog para dizer e provar que sei fazer pão!
quarta-feira, 25 de março de 2009
Depois não querem que haja acidentes nas estradas portuguesas!...

Fiz cerca de 2000 km pelas estradas de Portugal nos últimos dias. Por TRÊS vezes, fui surpreendido pela versão portuguesa (tudo igual, só o slogan aparece escrito na nossa língua: "Reacenda a sua paixão") deste anúncio em outros tantos outdoors colocados junto a uma auto-estrada (A3: Braga-Porto e Porto-Braga) e ao IC2 (na região de Leiria).

Juro que não entendo esta publicidade. E bem já tentei! Garanto que bem tentei entender! Tanto tentei que me ia espetando contra os rail's de uma vez e contra um carro da outra, com esse condutor a mostrar também sinais de grande perturbação, tal como eu.
Se, por acaso, batêssemos mesmo, julgo que estaríamos solidários um com o outro. E em vez de porrada, haveria certamente compreensão entre nós, por sabermos que aquela imagem ficará para sempre cravada na nossa memória. Razão pela qual haveria compreensão e solidariedade, sim senhor, mas não seladas com um abraço... para não haver qualquer hipótese de recriar o quadro que teria dado origem ao acidente, piorando a nossa (já frágil) situação psicológica.
terça-feira, 24 de março de 2009
Tu Cheiras Mal!!...

Conversas que tenho por messenger/chat, por telefone ou mesmo em presença com pessoas amigas não raramente acabam em inSenso's. Não sei bem porquê. Ou as minhas conversas são muito palermas ou o acaso encarrega-se de que eu tenha, periodicamente, conversas tão palermas que podem acabar em inSenso's. São duas coisas bem diferentes uma da outra, parecendo que não.
Aconteceu hoje, de novo. Ao telefone com uma amiga minha, a conversa (que até começou por abordar o upgrade profissional dela) degenerou para um estranho flashback em que nos recordámos de como as crianças podem ser cruéis umas com as outras e de como assim é hoje em dia como na altura em que também nós éramos petizes.
Os miúdos podem ser muito mauzinhos. E normalmente são. Sem hesitações de maior, largam pequenos-grandes insultos que podem tanto fazer pouca mossa (quando do outro lado há um pirralho com resposta na ponta da língua) ou traumatizar alguém para o resto da vida. Eu, em miúdo, estava num meio termo: atadote, quase nunca não tinha resposta pronta nem cabal, ficava arreliado com o que me diziam de mal mas depois a coisa passava, mais cedo ou mais tarde.
No entanto, há coisas que uma criança, vivaça ou nem por isso, não consegue evitar que lhe provoquem, no mínimo, um rubor indesejado, ou, no máximo, suores frios noites e noites a fio, durante anos e anos. Enfim... Coisas.
Desdentado! Coca-bichinhos! Quatro-Olhos! Florzinha! Coxo! Cegueta! Mariquinhas! Sardenta! Ranhoso! Lesma! Zarolho! Gordão! Porta-Chaves! Pitosga! Mariazinha! Anão! Vesga! Girafa! Caixa d'óculos! Matarruana! Bisgarolha! Fala-barato! Chato! Carraça! Burra! Elefante!... e tantos outros "mimos" fizeram parte da nossa própria infância, directa ou indirectamente. Mas acho que todos sobrevivemos a eles, pior ou melhor.
Já algo como "Tu cheiras mal!!..." é - sabemo-lo bem - o primeiro (e mais firme) passo para a exclusão social, iniciada nos tempos de escola e prolongada pela vida, tal é a quebra na auto-estima de alguém que ouve tal coisa em criança e/ou quando essa tal coisa se espalha de maneira que, muitos anos depois, ainda é essa a única referência que os outros têm do (ou da) "malcheiroso" (ou "malcheirosa"). Mais do que o eventual mau cheiro, é difícil disfarçar a má reputação daí decorrente, principalmente se essa for construída logo a partir da infância, por coleguinhas pouco simpáticos e perpetuada por gente já graúda mas igualmente mázinha.
Só há uma fama que, não sendo fruto directo da imaginação das outras crianças mas cuja origem se dá nos primeiros anos de escola, pode produzir efeitos semelhantes ao "Tu cheiras mal!!...".
Piolhoso! Piolhosa!
Ora aí estão, sem dúvida, dois miúdos traumatizados para a vida.








