segunda-feira, 20 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Eu e o mecânico que (se calhar) já fui

Se calhar, um dia, numa outra incarnação, fui mecânico. Um daqueles mecânicos com calendários de gajas com pouca (ou nenhuma) roupa a forrarem por completo as paredes da oficina. Se calhar. Na verdade, não sei. Mas devo ter sido. Só assim se explica porque é que acho tudo isto tão sexy.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Bem-vindos ao país (ir)real!...

Ciclicamente, durante duas semanas, os políticos saem dos seus casulos (gabinetes com ar condicionado e mais ou menos mármore e madeiras envernizadas) para se enfiarem - sim... é mesmo este o termo - naquele que julgam ser o país real.

Gosto sempre dessa suposta crença que os políticos têm, de que vão sentir o que sente o português comum, nas ruas do Portugal "normal". Gosto porque é uma mentira que julgam piamente ser verdade, tantas foram as vezes que a repetiram, mentalmente nas suas próprias cabeças e/ou à frente de um "espelho meu, espelho meu..." que os engana toda a santa vez que se põem à frente dele. 

É interessante que durante as campanhas eleitorais se passe a ideia de que os candidatos desejam o contacto directo com o povo, quando o que se quer na realidade é ser bajulado pelos seus apoiantes de sempre. Apoiantes... militantes... chame-se-lhes o que se quiser... são seres curiosíssimos - davam excelentes estudos sociológicos, todo e qualquer um deles - sejam os que em determinada localidade estão à espera para bajular o líder que os visita ou os que vêm de comitiva e bajulam o líder onde quer que seja, de forma (quase) profissional, pintando da cor do partido, antes, durante e depois da passagem do líder - e com tudo o que se lembram - as ruas previamente escolhidas para representar o tal país real. Ruas visitadas sem fato, sem gravata, de manga de camisa, de calça de ganga... Porra, que o homem é mesmo um de nós! - alguém o há-de pensar. Um voto, logo ali! Tudo conta.

Durante quinze dias, o país visitado pelos políticos tem muitas feiras, muitas festas, muitos beijinhos, muitas peixeiras, muitas bandeiras, muitos panfletos, muitas t-shirts garridas com frases curtas de "Mudança" e "Confiança", muitos bonés, e muito sei lá mais com quê... Um país irreal, no fundo; só real durante aquele tempo, de carros coloridos com megafones, de almoços-convivio, de promessas, de acusações aos outros partidos com que no futuro se terá de fazer alianças.... Enfim. Os mesmos dias em que, subitamente, a democracia significa, afinal, não que se diga livremente o que se pensa mas sim que  ninguém pode discordar do líder partidário que contacta com o povo. Valha-nos Deus se assim acontece! Por ser tão rara essa visita, talvez o povo tenha mesmo esse dever de se sentir agradecido e não afrontar o líder, até porque fica mal nas reportagens da televisão às oito da noite, quando um bate-boca corre mal. Por vezes acontece. O repórter divulgou, o malvado! Alguém viu. Porra, que o homem é malcriado. Um voto perdido, logo ali. Tudo conta.

Por isso, lá vêm os apoiantes, fiéis, leais - quais cãezinhos que protegem o dono - a afastar possíveis detractores ainda o líder não passou naquela arruada... perdão!... naquela "onda de vitória" (oiço isto todas as campanhas, de há uns anos para cá, mudando apenas, por vezes, o termo vitória por dinâmica; enfim... pormenores). Por vezes a coisa não corre bem. Há arrufo, uma chapada ou outra, aqui e ali, mais qualquer coisa, de vez em quando... No fundo, coisas que acontecem no dia-a-dia do tal país real - pensam os candidatos... ou pelo menos, parece que pensam, porque desvalorizam sempre os desacatos. Desde que o repórter não tenha visto... tudo bem.

E depois, no fim de tudo, vai-se a votos e... tudo pára. Param as palmas, as frases feitas, os slogans, os comícios, as arruadas, as feiras, os beijinhos, as bandeiras... e pronto. As peixeiras voltam a ser lembradas na próxima campanha. Voltam-se a vestir os fatinhos. Tudo volta à normalidade.

O país real cansa! - dizem eles, que a partir dali voltam a preferir o conforto do país real das conferências de imprensa, dos Passos Perdidos, das Comissões Parlamentares, dos comentários políticos nas TV's, das inaugurações, das visitas de ao estrangeiros, das negociações de orçamentos, da nomeação de assessores... A "Mudança" e a "Confiança" continuam a ser as palavras vãs que sempre foram mas voltam a ser guardadas numa qualquer gaveta de uma secretária de madeira envernizada num gabinete com mais ou menos mármores e com um bom ar condicionado. Que mal passei eu na campanha!... Tanto calor!... Suei tanto!... Tanto aperto!... Tanta gente que me queria ver, apertar a mão, mostrar-me a sua confiança... Vida dura, aquela, de contactar com o povo do país real, ouvir as suas preocupações... não é, espelho meu?...

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ser feliz no trabalho (também) é isto!...

Gosto de gostar das pessoas de quem realmente gosto. Algumas dessas pessoas trabalham comigo. Hoje cheguei à minha secretária e tinha um papelinho por baixo do teclado do computador em que estava escrito...




Maravilhoso!



domingo, 29 de maio de 2011

"Webcedário", o livro, já está à venda
e é apresentado a 2 de Junho!



Já está nas livrarias... "Webcedário", da Editorial Bizâncio, "o livro dedicado às letrinhas, essas nossas amigas..."


Um  projecto que teve origem na blogosfera (no blog Webcedário) e do qual tenho o imenso orgulho de fazer parte, ainda que de forma muito simples. O lançamento oficial será no próximo dia 2 de Junho.

É um livro de humor diferente de tudo feito até hoje em Portugal. São pequenos cartoons sobre letras e sinais gráficos (caracteres, basicamente) que ganham vida para diálogos perfeitamente inesperados. (Alguns exemplos, aqui.)

O autor, "ABC Dário", é um amigo desde 2005, precisamente dos tempos em que ambos mantínhamos os nossos blogues actualizados diariamente. A mim, sempre fez sentido passar os cartoons com as letrinhas como protagonistas para o "papel" e isso finalmente aconteceu. É uma realidade e o livro já está à venda nas livrarias (com o preço de capa de € 9.50) e online (com preços a partir de € 8.54).

A minha participação neste livro é como "artista convidado", estatuto que divido com com Joaquim Cardoso (outro amigo feito também em 2005, exactamente no mesmo contexto da blogosfera). Cada um de nós tem uma página assinada no livro. Para mim, é uma honra imensa e um tremendo gozo. Toda e qualquer oportunidade para fugir à obrigação permanente de ser objectivo e “qualquer-coisa-mente” correcto é benvinda. E, pela primeira vez, essa minha "veia" fica de alguma forma eternizada em papel e não somente em posts de blog ou de redes sociais.


O convite para o lançamento oficial aqui fica!



domingo, 15 de maio de 2011

Sinhôzinho Malta: Certo ou Errado (para Portugal)?
Errado, obviamente.








Um post de uma amiga minha no Facebook rezava o seguinte:





"Isto tá a precisar é de um Sinhôzinho Malta!"




A minha imediata reacção foi fazer um "Like!" e comentar "Boa ideia!" Mas depois fiquei a pensar naquilo e acabei por chegar à conclusão de que não gosto assim tanto disso porque também não acho assim tão boa ideia. A minha explicação é simples (espero). 




Em Portugal, Sihnôzinho Malta não se safava.


Apresentar 50% de hipóteses (estar "certo" ou estar "errado") para levar a sua avante, em Portugal... não cola! Por cá, ou se "está certo, mas..." (as vezes que for necessário e por muito certo que se esteja), ou se "está errado, mas isso com jeitinho faz-se na mesma", ou se está "completamente a leste do que é certo ou errado mas faz todo o sentido", ou se está "errado mas se calhar dá para ninguém se aperceber que isso custa mais uns milhões e a gente ainda põe algum ao bolso", ou se "está certo mas nunca na vida ('Jámé!!!') se fará o que foi pensado e estudado e proposto com conta peso e medida"... 

Podia continuar a dar exemplos mas acho que estes já dão uma ideia de que, obviamente, o "Simplex" preconizado por Sinhôzinho Malta nunca (que nunca) faria 'escola' em Portugal. Não! Por muito que chocalhasse o relógio e as pulseiras...

domingo, 8 de maio de 2011

A minha humilde contribuição para a "guerra" Portugal-Finlândia





Depois do video feito pela CM de Cascais para  chamar a atenção da Finlândia  "What the Finns need to know about Portugal" e do video de resposta "What Portuguese should know about Finland"... aqui fica a minha contribuição para acicatar os finlandeses um pouco mais.


segunda-feira, 25 de abril de 2011

"Faz o que eu digo..."

Em 2011 (século XXI, portanto) há empresas que chegam ao paradoxo de denunciarem as chamadas injustiças laborais de outras empresas mas que as praticam, igualmente ou até de forma mais escabrosa. Ter pessoas alegadamente à experiência, não remuneradas, sem contrato profissional ou de estágio, com trabalho seu a ser lançado - duvido que previamente (re)visto - para o público... no mínimo, faz-me confusão. No máximo, parece-me ser puramente ilegal. Mas acontece. A comunicação social costuma relatar esses casos...

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Telmo a deputado! JÁ!!!

(dirão alguns... não sei bem quem...)



A inclusão de Telmo Ferreira - Ena!... tem um apelido!!! - antigo concorrente da primeira edição do Big Brother, nas listas do PS, por Leiria, para as Eleições Legislativas serve de pouco mas interessa muito.

Serve de pouco, porque o rapaz está em posição não elegível. Ou seja, pouco serve ao próprio Telmo ser 14º dessa lista, pelo menos para já. E pouco servirá falar muito de um 14º candidato que decerto não chegará a São Bento, se não em dias de visita. Mas interessa muito, porque levanta uma questão pertinente que se prende com o que será necessário - quais as qualidades essenciais - para chegar  ao cargo de Deputado da Nação e para o (bom) desempenho dessas funções.

Mesmo que o Telmo seja um bom rapaz... mesmo que seja - como o caracteriza Miguel Chagas, do PS/Batalha, proponente do nome para as listas distritais - "um jovem empresário" cheio de valor, que "facilmente pode ser reconhecido por ter participado num programa de televisão", poucas dúvidas haverá acerca do factor determinante para a escolha do moço para estas andanças. A notícia tem levantado polémica mas eu proponho que se veja a coisa por este prisma:

Aquilo que estamos a assistir - neste caso, por exemplo - é o que agora se chama de "exercício da cidadania". A cada x anos, há palavras que surgem e que pegam de estaca, a ponto de, passado algum tempo, termos as mais altas figuras de um país a (perdoem-me o termo) "vomitá-las" por toda a parte. Nos 80's foi o "efectivamente", que nada diz e serve apenas para dar ênfase a algo já dito anteriormente e que, provavelmente, se vai repetir a seguir. Agora fala-se em cidadania como se fala de chicletes. A diferença é que as chicletes sempre têm algum sabor, para além de distrairem a malta.

Ser-se político (desde sempre uma ocupação com "boa" fama), hoje em dia, já não se trata de uma opção de quem gosta de ter/exercer poder. Pelo menos, não é isso que os políticos dizem ser a razão pela qual enveredaram pela carreira política. Dizem antes que ser político é, sim, um acto de cidadania, que é algo mais agradável ao ouvido. Como em tudo na vida, este exercício de cidadania corre bem a alguns e mal a outros, conforme a elasticidade que se tem para fazer contorcionismo nesta... nobre actividade.

O facto deste Telmo (e alguns outros, em quase todos os partidos) surgir nas listas para a eleição de deputados parece ser, portanto, algo que devemos considerar como feito, apenas e só, em prol do cidadão. Nada mais. E, sendo assim, se calhar devíamos era estar muito agradecidos por isso.

Ou não...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Meio vazio ou meio cheio?...



Um dia hei-de conseguir perceber o "equilíbrio" entre a expressão "ter a mais nunca é de mais" e a máxima do "copo meio vazio ou meio cheio". Eu sou dos que preferem ter o suficiente e um pouco mais, por exemplo. Mas há quem veja um copo meio cheio e despeje parte do que lá está, para depois alegar que, afinal, está meio vazio.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Vai vir chártéres!!!"

Sócio!!! Estou concentradíssimo a ver esta "promo"!!!




"MAISFUTREBOL" é uma excelente promo de Cláudia Lopes, Marco Coppelli, Miguel Somsen, Pedro Sepúlveda, Vasco Mota, Marcos André, António Capote, Maria José Arcanjo e... Paulo Futre!!!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Coisas que (não) acontecem...

Acho lamentável não ter havido centenas ou milhares de pessoas, em êxtase, com cachecóis e bandeiras do FMI, fazendo uma festa à chegada dos senhores ao aeroporto e pelas ruas de Lisboa por onde eles se deslocaram, como se faz quando as equipas da bola regressam a casa após uma grande vitória.

Sério! É que os cromos da bola... só jogam à bola. E estes senhores, segundo dizem, é que vão salvar o país da bancarrota...!

Rachel, a Jornalista (que agora muita gente vai ouvir)

[Só não ganho o EuroMilhões...]







A 5 de Março, escrevi aqui no blog, sobre Rachel Sheherazade (a jornalista de uma TV local do Brasil que criticou o Carnaval): 


"adivinho não estará na TV Tambaú muitos mais dias ou semanas, até que o telefone toque para seguir para S.Paulo ou para o R.Janeiro, para uma TV nacional".


Ora... a 14 de Março, a SBT (canal nacional que emite a partir de São Paulo) contratou a jornalista e fala-se mesmo que pode vir a tornar-se 'pivot' das principais notícias da estação. Não é nada que me espante, como de resto fiz questão de deixar escrito logo  que vi o video em que ela "desancava" no tão amado e protegido Carnaval brasileiro. Como também escrevi nesse post:


"O meu aplauso para ela, que pelos vistos faz bem aquilo que tem de fazer. E é bom para o público em geral, que terá alguém com as ideias no sítio e uma boa imagem para ajudar a passar melhor a mensagem."


Tinha prometido dar novas quando soubesse da evolução do caso da Rachel Sheherazade. Aqui estão elas. Parabéns Rachel! E... muitas felicidades!

Cláudia, a Jornalista


Fiz, (in)directamente, parte da formação dela, antes de se lançar no mundo do trabalho na Comunicação Social. Optou por fazê-lo onde é mais difícil... ou mais fácil – depende da perspectiva. Se, por um lado, as ligações à terra e a menor competitividade podem facilitar a entrada num primeiro emprego, a informação local – sempre o disse e mantenho – é a vertente mais complicada do Jornalismo, devido à facilidade com que as pressões dos pequenos interesses e pequenos poderes são exercidas sobre quem quer informar com independência. Quando fiz informação local, um indivíduo que tinha sido casado com uma parente afastada minha pediu o meu número à minha mãe para me ligar e tentar passar um “recado” a um colega meu... enfim... Tal como me ligaram autarcas, empresários, agentes de autoridade, padres(!)... a tentar pressionar-me para não divulgar notícias que não lhes eram convenientes. A Cláudia, mesmo sabendo disso, arriscou, criou um projeto do “zero” e fê-lo crescer de forma saudável. Nos últimos tempos, várias movimentações internas e externas – mas, sobretudo, muito próximas (ainda para mais num meio pequeno) – colocaram-na numa posição ingrata, de muito possivelmente ter de continuar perdendo a liberdade de fazer Jornalismo com total independência. Ela pensou e  tomou a decisão mais difícil. Deixou o jornal que criara, vendeu a sua parte do título abaixo do seu valor real mas ficou infinitamente mais rica na hombridade que um jornalista (ou, melhor, um Jornalista – com letra maiúscula) deve ter e acreditar que tem. A Cláudia não é, de momento, jornalista. Mas é uma Jornalista.


terça-feira, 5 de abril de 2011

O Futebol de que eu gosto...

Campo da Pepita, "casa" do CF Trafaria
O Futebol de que eu gosto não tem apedrejamentos, nem balas de borracha, nem claques de gente a espumar por uma sessão de porrada, nem comunicados (nem irados, nem irónicos), nem "casos" por tudo e por nada.

Tem gente genuína, que gosta mesmo de bola. Tem "mines", coiratos e grelhados.

Tem amor à camisola, mesmo que ela se rasgue no pelado...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dia do Pai (no infantário)

Na pequena sala do infantário (anormalmente povoada de miúdos e graúdos), sempre que se afastava de mim, aquele "palmo-e-meio" de gente olhava em volta, por entre os outros "palmo-e-meio's" e as pernas dos pais, atarantados sem saber bem o que fazer e onde estar para não atrapalhar a brincadeira geral. Os olhos pequenitos percorriam a sala e lá me encontravam sentado no chão, exactamente no mesmo sítio de onde ela tinha saído momentos antes. Aconteceu uma "mão cheia" de vezes. Em todas, acabou por correr de braços abertos, para um abraço reconfortante. Para o pai, babado de tanto amor. Para ela, pouco habituada a ter-me tanto tempo ali, no mundinho que é o seu. A minha Babalu.


sábado, 5 de março de 2011

A Rachel deu uma opinião para algumas pessoas
(mas que muito mais gente acabou por ouvir)

Quem me conhece sabe que sou um adepto da rede social Facebook. Não sou tanto do Twitter, embora "tweet'e" de vez em quando (e muito provavelmente vou "tweet'ar" este post lá, porque faz sentido). Esta jornalista de uma televisão regional brasileira fez um comentário num espaço de opinião que ela tem na TV Tambaú. Foi na quarta-feira passada e foi sobre o Carnaval, um tema delicado (quando se trata de discordar da forma como é vivido) no Brasil. Pouca gente terá visto o programa e ouvido as palavras da Rachel (pronuncia-se como Raquel, embora se escreva Rachel). Mas depois o video [que se pode ver imediatamente abaixo] foi parar ao YouTube e o link do video ao Twitter. Por esta altura, já praticamente todos os brasileiros terão ouvido as tais palavras polémicas (e bem ditas, na minha opinião).  De tal modo que fez um novo video [abaixo do primeiro] a falar sobre a repercussão do anterior. As redes sociais são também isto. E os tempos que correm... também. Bom para ela, que adivinho não estará na TV Tambaú muitos mais dias ou semanas, até que o telefone toque para seguir para S.Paulo ou para o R.Janeiro, para uma TV nacional. O meu aplauso para ela, que pelos vistos faz bem aquilo que tem de fazer. E é bom para o público em geral, que terá alguém com as ideias no sítio e uma boa imagem para ajudar a passar melhor a mensagem. É um caso a acompanhar, o desta Rachel Sheherazade*. Quando (ou se) houver novidades, volto a falar nela aqui.




* - Não há rosas sem espinhos nem bela sem senão. O apelido é quase impronunciável!...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Vida preenchida (ou cheia de mais?)

A propósito da dificuldade em rever pessoas de quem gostamos mas que estão longe, por causa de ter vidas muito atarefadas e pouco tempo disponível para viagens e afins... chego à conclusão de que a nossa vida está demasiado cheia de coisas que lá pomos dentro. E é pena.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Adeus (Obrigado!*) e Boa Sorte!


Para Liedson no Sporting... fim. Resolveu. Está resolvido.



* - Independentemente do emblema de que se goste, só alguém que não entenda o futebol como um espectáculo fantástico não será capaz de agradecer ao "Levezinho" tudo aquilo que trouxe ao futebol português. 

sábado, 29 de janeiro de 2011

A Cadeira Vazia...

Pensamos que somos invencíveis, intocáveis e imortais. Puro engano. É muito mais difícil viver do que morrer. E o mais curioso é que é sempre a vida a lembrar-nos que a morte está mesmo ali, à nossa espera. Desengane-se quem julga que não nos afecta quando não nos toca directamente. Afecta. É menos um, menos dois, menos... menos... Afecta. Seja alguém que conheçamos ou não, sabemos que alguém vai chorar, alguém vai perder, alguém vai enlutar, alguém... alguém... Afecta. Algures, uma casa fica mais triste, uma cama fica com um lado por desfazer e uma cadeira fica vazia. Aconteceu hoje. Afecta. E, sim, a cadeira está vazia.