
Como em todas as campanhas eleitorais, canso-me de ver propaganda e mais propaganda. Outdoors por todo o lado, anúncios em tudo o que é jornal, tempos de antenas nas rádios e nas televisões, cartazes como este...

O problema é que, um dia destes, cheguei a casa e percebi que também o meu gato entrou em campanha. Não para se eleger para um cargo político, aqui ou na Europa; nem sequer para defender o interesse nacional, como Paulo Rangel.
Não sei onde é que ele se inspirou... mas a mensagem parece-me forte. E não sei se não colherá a simpatia (ou compaixão) do público que ele tenta convencer.








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