quinta-feira, 2 de julho de 2009

* * * ÚLTIMA HORA * * *

o que é isto?


Logo após o Debate do Estado da Nação e da demissão do cargo que desempenhava no Governo de Portugal, Manuel Pinho entrou em contactos com a Red Bull para cedência de dieitos de imagem, com vista ao novo logotipo da bebida em Portugal!!!


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Grandes Ideias do Mundo Comercial - A Coca-Cola Pink!

(by, Senhora da Limpeza)

o que é isto?



No fundo, é um "pequeno-nada". Mas é significativo como a senhora da limpeza percebeu que poderá haver um nicho de mercado para uma Coca-Cola em tons rosa. Para já, o protótipo é feito com detergente floral mas a promoção da ideia já é feita em força, pelos corredores e WC's da empresa.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Copy-Paste

o que é isto?


Acabo de fazer copy-paste das palavras copy e paste.

Aliás, foi tão bem feito que, se não tivesse dito que fiz copy-paste (e fiz agora, de novo!) ninguém tinha notado!




sábado, 20 de junho de 2009

E sai mais uma Mega(lómana)-Parvoíce Lusitana!...

o que é isto?
A "nossa" (minha não é!) mania de sermos os maiores em tudo irrita-me solenemente. À malta do Livro do Guiness também, de certeza. Parece-me mais fácil que os tipos responsáveis pelo registo dos recordes olhem para a agenda e digam «F***-se! Outra vez aqueles gajos! Estou farto de ir p'ra lá! Este mês já é p'ra aí a sétima vez que vou a Portugal aturar aqueles palhaços! Só na semana passada estive na Maior Açorda do Mundo, no Maior Cabo de Enxada do Mundo e na Maior Concentração de Malta com Cassetes Antigas da Ágata (como Ágata ou como Fernanda de Sousa) do Mundo!» do que teçam elogios ao Povo Lusitano, pelo seu espírito de iniciativa e vontade de inovar, superando outros povos e superando-se a si mesmo. Julgo mesmo que os tipos acham que somos aqueles cromos sempre a querer aparecer. E somos!

Por isso, fazemos tanta coisa para estarmos sempre - pensamos "nós" (eu não, de certeza!) - nas "bocas do mundo". Concentrações de Pais Natal, árvores gigantescas, mantas imensas, broas de milho, bolos-rei e feijoadas que alimentam centenas... de milhar de gente ávida para manducar "à borliú". Tudo serve. Desde que seja em grande.

Hoje acontece mais uma cena dessas:


Ya, ya... Mega-Coiso, com espectáculo e tal... Primeiro! Nunca paguei para ir a um Pic-Nic (e quem paga é parvo!), muito menos o intuito dos meus pic-nic's será estar com mais de... vá... 5 ou 6 pessoas, quanto mais milhares delas! Para acotovelar toda a gente que me rodeia, vou para o Metro em hora-de-ponta! E depois há a cena subtil de publicidade enganosa. O spot publicitário dizia que «a animação e o concerto do Tony Carreira ficam por conta do Modelo!» Não ficam, não! Ao pagar-se 5 "aéreos" para entrar no Parque da Bela Vista (e comer da "nossa" comida - da minha não, que eu não fui! -, porque os 5 Euros não bastam para nos dar de comer - bastardos!!!) ou 3 só para ver o rapaz a cantar... o concerto e a animação ficam por conta... de quem vai! Só não entende isto quem não quer.


Vá... Agora disfrutem lá do Pic-Nic mais parvo de que há memória. Enganem-se uns aos outros ou deixem-se ser enganados, dependendo se se está na organização ou simplesmente na maralha que só serve para fazer número (sim... o maior interesse de se chegar a um recorde nunca é da maralha mas sim do patrocinador do evento, que se está a cobrar entradas de 3 e 5 Euros... também não está a patrocinar rigorosamente nada!). Comam, brinquem, rebolem-se nas mantinhas, oiçam lá o Carreira pela enésima vez... Mas tenham cuidado com as formigas. Quando entram calças acima e nos mordem nas "partes", dói que se farta durante um ou dois dias.


Fiquem lá na paz de Deus. Beijinhos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Requiem

o que é isto?

2006 - 2009
R.I.P.


Escrevo-te estas linhas para te homenagear. São totalmente merecidas, acredita, muito embora o mundo possa pensar (e no sítio para onde vais te possam dizer isso) que é parvo alguém escrever um elogio póstumo a uma máquina de café. Asseguro-te que não é. E a qualquer voz que diga o contrário, poderás sempre replicar com: «O teu antigo dono não te fez um elogio?!... Já viste? O meu fez? Bom pra mim... Mau pra ti...»

Sou-te hoje um homem agradecido. Fizeste durante mais de três anos o melhor café de filtro que se possa imaginar. E digo-te - já bebi muito café de filtro, nenum melhor que o teu! Juntos descobrimos que a melhor marca de café não é uma marca de referência mas sim uma marca branca de um supermercado bem perto de casa (que aqui não digo porque tu sabes qual é e porque se eu a disser depois a palavra passa e começa a escassear e a tornar-se mais cara). Juntos passámos muitas horas de vigília quando foi necessário. Fizeste-me café forte para essas ocasiões e mais fraquinho (mas igualmente bom) quando a cena era só sentir o sabor do café sem perder o sono no processo. Obrigado por isso!



Mantiveste-te firme quando a Nespresso chegou. Houve tensão entre vocês, claro. É um mesmo nicho de mercado o vosso; mas tu aguentaste-te. Fizeste-a ver que as funções de ambas são distintas e até lhe deste primazia nos dias de visitas, o que, além de nobre, foi estrategicamente genial da tua parte. Claro que quando, no ardor da discussão, fizeste chalaça ao perguntar se estava tudo bem com ela porque estava sempre a tomar cápsulas... isso foi de mestre!



Foram três anos fantásticos, aqueles que passámos juntos. Nunca o facto de seres de uma marca desconhecida ("AG") foi importante. Para mim, foste sempre Topo de Gama. Mas esta manhã, ao lavar o teu pote, ouvi aquele "crack!" e percebi que era chegada a hora de nos separarmos, de descansares, de tirares a merecidíssima reforma, após uma vida de trabalho árduo. Sim, já hoje comprei uma nova máquina de café. Mas não te preocupes, não te substituirá totalmente. É uma fraquinha, barata e, para além de já ter conhecimento de que tem uma herança pesada pela frente, sabe que é uma solução meramente transiória. À primeira oportunidade, compro uma máquina de café a sério, daquelas que durem uma vida inteira.



A ti... Muito obrigado por tudo! Muito obrigado pela tua inquestionável dedicação! Muito obrigado pelo café! Muito obrigado pela tua amizade! Muito... e muito obrigado!

terça-feira, 16 de junho de 2009

«Quem é que manda aqui?!»

o que é isto?
Uma das conclusões da consulta pré-natal de ontem foi de que (a menos de 2 meses do parto) a criança ainda não deu a volta, para evitar a cesariana. Hoje, a mãe já faz exercícios (como deitar-se na cama mas com as pernas muito elevadas) para que isso aconteça. A frase a reter, para já, é: «Andei este tempo todo a fazer o que ela quer, agora ela que faça o que eu quero, para variar! Quem é que manda aqui?!»

sábado, 13 de junho de 2009

Será que o "Tubarão das Distritais" conseguiu...?

o que é isto?


O que eu adoro contar uma boa história!

Luis Franco-Bastos

o que é isto?
(só é um Petit Riens porque o sinto como tal; podia ser um "2 Bolas", porque é de trabalho que se fala; mas conhecer este moço, para mim, foi um fantástico Petit Riens, que agora aqui partilho)


Hoje tornei-me (ainda mais) fã de um tipo com imenso talento. Que diz obrigado sempre que o elogiam (e não precisa! porque ele é mesmo genuinamente bom no que faz e mai'nada!) e que quando acha que "abusa" minimamente, diz que não quer parecer "estrelinha". É GRANDE! E não se fala mais nisso!


(o tipo que surge na imagem inicial não interessa nada... é andar p'rá frente! é andar p'rá frente!)

D'O que diz Cavaco, por estes dias

o que é isto?
Sobre Cavaco, hoje, tenho a dizer uma coisa.

Não fala sobre o BPP, sobre o Conselho Estado, sobre o Dias Loureiro, sobre os resultados das Eleições Europeias em Portugal, sobre o TGV e sobre outras coisas... importantes. Mas fala sobre a transferência do Ronaldo para Madrid!

Está bem...!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

o que é isto?

Acabo de perceber que atingi aquele momento em que estou tão cansado que forçar-me a descansar é o que mais custa.

Está bonito, isto...


segunda-feira, 8 de junho de 2009

domingo, 7 de junho de 2009

Coisas que se encontram nos jornais (e dão que pensar)

o que é isto?


Hoje, no "Correio da Manhã":




Se calhar, sou eu quem está errado. Mas... a expressão "LENDA VIVA" não se usa só quando a dita "lenda" não é uma pessoa... morta?!

(Ah! E dizerem-me que o lead «... a sua música continua viva» permite, por si só, usar a expressão não colhe; é muito farsola forçar um antetítulo assim com uma referência "en passant" a um dos aspectos da vida da "lenda"... que já morreu)

= = = = = = = = =

Há uns dias, no "24 Horas":

Neste caso, a minha questão é: Será que isto não se enquadra numa espécie de "exploração infantil em proveito próprio"?!...


sábado, 6 de junho de 2009

Temos TUBARÃO!!!

o que é isto?
Quem me conhece sabe que adoro contar uma boa história. A história de Ricardo Silva (ponta-de-lança do Pedroguense, da 1ª Div. Distrital da Ass. Fut. Leiria), quando a conheci e contei, só estava a meio. E "rezava" assim...



Hoje, o Ricardo FEZ história e eu vou ter o privilégio de a contar.

Actualização dos "Bola na Barra" (incluindo o muy specciale "Mini Bola na Barra", com o Externato Eduarda Maria, que passou esta sexta-feira)


terça-feira, 2 de junho de 2009

Ba(ba)rriga

o que é isto?
A casa sempre foi fria e os habitantes - um mais do que o outro mas, ainda assim, ambos - sempre foram friorentos, sofrendo, por exemplo, com o facto de as calhas das janelas e as caixas das persianas deixarem entrar parte do vento frio vindo da rua (coisa em que São Marcos é uma terra frutuosa). Precisamente por isso, antes de o "rebento" chegar, decidiu-se reforçar as janelas com vidro duplo e construir-se uma marquise na varanda, para evitar que a criança viesse a sofrer muito em breve os problemas de "pele-de-galinha" de que os pais, sinceramente, já se tinham fartado. Os melhoramentos foram feitos e a temperatura ambiente dentro de casa está agora infinitamente melhor. Mesmo quando a ventania é muita lá fora (em São Marcos isso representa um pouco mais de 80% dos 365 dias do ano), já não se sente o frio que se sentia há uns tempos. Ainda bem! Com a gravidez trabalhosa que a mãe vem tendo praticamente desde o início e a vida agitada que o pai vem tendo nos últimos tempos, o frio mesmo em tempo de verão era algo com que ninguém cá em casa queria ver-se obrigado a lidar, muito menos era para nós concebível sujeitar a bebé ao briol "do costume". Mas a grande vantagem a retirar da nova realidade - exclusivamente na óptica do pai - é mesmo poder ver como a mãe (desde sempre, a mais friorenta) está agora feliz por ter a oportunidade (e fazer gala) de exibir a barriguinha em todo o seu esplendor, sempre que possível, começando já a mostrar o mundo à nossa filha e vice-versa; isto, sem se constipar e sem constipar a criança também, o que dantes seria impossível. O pai, mesmo não o dizendo, também está feliz por, ao fim do dia, poder disfrutar desse momento em que nada mais interessa do que aquela barriga, desnuda, aos "pulos" sem compasso certo, que se torna no centro do mundo e na razão desse mundo parar, só por causa dessa coisa estranha que é o amor incondicional.


segunda-feira, 1 de junho de 2009

O meu "Eu", agora.

o que é isto?



Quem me conhece melhor diz-me que ando irascível, irritadiço, que tenho de ter calma, que tenho de parar, respirar fundo, para não perder a compostura, para não me enervar. Não posso dizer que não concordo. Da mesma forma que não posso dizer que cumpra aquilo que me aconselham. O cansaço não deixa. Ontem cheguei mesmo, por breves momentos, a perder a cabeça (com razão mas sem razoabilidade). Estou irascível, irritadiço, tenho de ter calma, tenho de parar, respirar fundo, para não perder a compostura, para não me enervar. Sei bem disso. Mas não tenho conseguido ser ou fazer melhor. E este - o da foto - é o meu "Eu", agora.

sábado, 30 de maio de 2009

Fugir

o que é isto?

Há uma esplanada, junto a uma praia fluvial, em Mina de São Domingos (Alentejo) - perto das minas que o Vital "assegura" que vão reabrir... enfim - para onde me apetece fugir. E depois ficar lá. A ver e ouvir a água. Mas talvez seja pedir muito...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Da Cassete

o que é isto?

Comecei a trabalhar aos 17 anos, na rádio local que, na altura, funcionava no prédio onde eu morava e onde os meus pais ainda moram. Num domingo à tarde, por volta das sete horas, "abri" o microfone e fiz uma voz farsola que haveria de ser o primeiro registo público do Marco António, futuro profissional da Comunicação Social. Desde esse momento até hoje, nunca gostei de me ouvir (e, actualmente, também de ver). Acho que acontece a (quase) todos. O que não acontece a ninguém, hoje em dia, é ter de improvisar em tudo para levar a cabo uma reportagem, uma emissão, um directo... Está tudo "tratado". Alguém está responsável por fazer imagens, recolher som, editar uma peça, fazer a ligação via satélite. A quem dá a cara resta fazer bem aquilo que tem a fazer. Nem sempre acontece... mas isso são "outros 500 paus". Nesse domingo à tarde - há 16 anos - em que falei pela primeira vez na rádio, descobri que fazer aquilo seria muito mais do que "dizer umas coisas". Naquela rádio, naquela altura - em 93 -, tudo o que via à volta da cadeira que ocupava no estúdio eram... cassetes. Cassetes das quais passava a música que entrava na emissão, cassetes que continham os spots publicitários que compunham os intervalos, cassetes com os RM's (registos magnéticos) das declarações a incluir nos jornais da estação, cassetes dos genéricos dos mais variados programas (e também de alguns programas inteiros que as editoras nos enviavam) e cassetes que tinham até uma cópia do sinal horário, para quando o interruptor que o lançava porventura avariasse (e avariava muito). Posso dizer que, para mim, o início de carreira na Comunicação Social foi isto mesmo. Cassetes e mais cassetes. Cassetes que "pistei" (todinhas) com o dedo - usar canetas BIC para acertar a fita sempre foi "coisa de meninos". E deck's leitores de cassetes que eram um desafio ainda maior que as próprias cassetes em si. De tão usados, nenhum deles tinha sequer botões e os comandos eram accionados por mãos que tinham de entrar no aparelho para que as pontas dos dedos tocassem nas patilhas do Play, do FForward, do Rewind, do Stop, do Pause... Do Eject não era necessário, porque simplesmente os deck's não tinham portas (as cassetes tinham de ser colocadas e retiradas com uma certa mestria). E quando nada disso funcionava, uma pancada bem aplicada no aparelho lá desbloqueava a situação e a música seguia; meio aos solavancos... mas seguia. Esta manhã andei à procura de uma cassete que gravei numa das últimas rádios por onde passei. Queria gravar em MP3 para a posteridade umas coisas muito embaraçosas mas divertidíssimas que gravei em 2000, quando ainda não tinha as obrigações que a Carteira Profissional de Jornalista me impõem hoje em dia. Não consegui. Os deck's da minha aparelhagem de casa não corresponderam ao que lhes era solicitado: fazer o seu trabalho. Dois, lado a lado, na minha aparelhagem Grundig Mini 10, comprada há muitos anos (demasiados, para me lembrar exactamente quando), fizeram "equipa" e quase me arruinaram a cassete que queria reproduzir para um gravador digital. Ainda a aprisionaram (primeiro um, depois o outro) por uns segundos. Forcei as portas (primeiro uma, depois a outra). Largaram a pobre cassete, sem comer a fita, mas agora os deck's não fecham, não lêem, não "tocam", não nada. Experimentei também o leitor de um rádio portátil que está na cozinha. Não comeu a fita, não prendeu a cassete... mas também não fez o que se lhe exigia. Nem um som se ouviu. Porque a fita não rodou, não leu, não "tocou", não nada. O tempo da cassete passou, claramente. É agora mais um testemunho histórico que uma peça de trabalho ou de lazer. Agora é só isso. Um testemunho da história. Para mim, a cassete foi, a dada altura, o objecto mais importante da minha vida. Foi o arranque para aquilo que hoje faço; muito mais do que uma caneta, a cassete foi o meu primeiro instrumento de trabalho como jornalista. Ainda antes disso, quando eu era miúdo, foi o meio de guardar genéricos de televisão (tenho de encontrar - só para não a perder de novo - essa cassete com som manhoso que fiz com um gravador encostado à coluna do televisor, à espera das emissões da Europa TV, do Countdown, do Agora Escolha, do Telejornal, das Misteriosas Cidade de Ouro, de sei-lá-mais-o-quê...), foi a forma de tentar conquistar miúdas (sim... também fui um fã das "mix-tapes" e fiz algumas das mais lamechas da história das próprias "mix-tapes"). Cresci com as cassetes. Ainda tenho umas cento e tal guardadas na casa dos meus pais. Mas a verdade é que são obsoletas. Não quis pensar nisso nem ligar muito quando o leitor do meu carro (o que tive antes do actual) decidiu "entrar em coma" para não mais sequer aceitar uma cassete que fosse. Talvez fosse "o princípio do fim". O meu carro agora só tem leitor de CD e MP3. É claro que ainda há e sempre haverá leitores de cassetes onde posso ouvir e reproduzir as que tenho. Mas tenho de me mentalizar. Pelo menos, em minha casa, já não será porque, em minha casa, esse tempo é já passado.

Em mim, resta agora nostalgia, tristeza, um sentimento de impotência perante a força de inevitabilidade que o tempo tem de seguir em frente sem se preocupar com o que deixa para trás (ao tempo não perdoo, por exemplo, o fim das Polaroid) e a dúvida de como raio vou passar o som daquela cassete embaraçosa para um formato que perdure mais que o tempo que a fita onde está registado tem "de vida". Tenho até pena do fim da mítica "Cassete Pirata", vendida na feira, muito antes dos CD's, dos DVD's e da ASAE. Se calhar, estou só a ser saudosista. Mas custa perceber que BASF, Maxell, Fuji, TDK, Philips, JVC, C60, D90, E120, Ferro, Tipe I, Tipe II, Chrome são conceitos que - associados uns aos outros - muito em breve não passarão de simples memórias. Pelo menos para mim, são das melhores memórias que alguma vez terei.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Homens: Prestai (muita!) Atenção a este Ensinamento que vos deixo!

o que é isto?
Caríssimos companheiros do sexo masculino:


Um ensinamento. Quando a nossa mulher está grávida de quase sete meses (e de baixa há quase três) e nos pede uma coisa "simples" para jantar (como banana com queijo fundido - ! - ), o mínimo que podemos fazer...




... é esmerarmo-nos um bocadinho.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O nosso problema caseiro com as Eleições Europeias

o que é isto?



Como em todas as campanhas eleitorais, canso-me de ver propaganda e mais propaganda. Outdoors por todo o lado, anúncios em tudo o que é jornal, tempos de antenas nas rádios e nas televisões, cartazes como este...
O problema é que, um dia destes, cheguei a casa e percebi que também o meu gato entrou em campanha. Não para se eleger para um cargo político, aqui ou na Europa; nem sequer para defender o interesse nacional, como Paulo Rangel.

Não sei onde é que ele se inspirou... mas a mensagem parece-me forte. E não sei se não colherá a simpatia (ou compaixão) do público que ele tenta convencer.